Texto indicado pelo Neto.
(Um testemunho do Pastor Marcelo da Igreja da Videira – São Paulo)
Quero contar a você uma experiência que tive com Deus pessoalmente. Algo que li nas biografias de Charles Finney e de Maria Woodworth Éter e vi acontecer com alguma freqüência.
Movido por uma imensa fome de Deus, algum tempo atrás, reservei uma semana inteira para estar durante as manhãs todas, intensamente diante de Deus. Estava desesperado por mais do Senhor em minha vida. Já era um pastor reconhecido, liderava muitas coisas ao mesmo tempo e tinha vários cargos importantes: diretor disso e daquilo, editor, presidente de não sei o quê, pastor de não sei onde... Fechei para balanço insatisfeito por mais de Deus. O problema não era “a obra” de Deus, era eu. Queria o Senhor para mim e por uma semana derramei abundantes lágrimas diante dEle dizendo-lhe que não tinha nada que eu valorizasse mais do que Ele.
src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlSDXUVeVqDtXm4HXJPTaxH6DDjmPoduEVt0TjhIZ0lI9epkTzmOv2UbgBX55w8Xz4YwJAcDQ296epqLnnlt9GloriHnm76b1tC8dKFMGZlbQvVNULvtud8dfo6iCYBEGVKFYyryyv51gv/s200/intimidade1.jpg" border="0" />Suplicava insistentemente que me mostrasse Jesus e, de um modo sobrenatural e estranho, Ele me respondeu. Fui levado à Palavra de modo fantástico enquanto as letras me saltavam aos olhos e viva revelação fluía velozmente em meu coração. Uma fé poderosa rompeu dentro de mim e uma fina sensibilidade para a voz, direção e presença do Senhor fluíam como nunca.
Numa tarde, de súbito, fui chamado para ministrar a Palavra numa conferência e o mais inusitado aconteceu. À medida que falava, uma poderosa contrição de Deus foi tomando conta da audiência, as pessoas voluntariamente iam caindo de joelhos, outros elevavam a sua voz em lágrimas abundantes. Mais e mais pessoas de fora chegavam cada vez mais e eram impactadas pela poderosa e viva presença de Deus. O conhecido evangelista Charles Finney, do século 19, chamava isso de saving impressions. Uma clara convicção de pecado e da presença de Deus. Entendi que era para aquela direção que deveria rumar em minha vida inteira e ministério.
(Um testemunho do Pastor Marcelo da Igreja da Videira – São Paulo)
Quero contar a você uma experiência que tive com Deus pessoalmente. Algo que li nas biografias de Charles Finney e de Maria Woodworth Éter e vi acontecer com alguma freqüência.
Movido por uma imensa fome de Deus, algum tempo atrás, reservei uma semana inteira para estar durante as manhãs todas, intensamente diante de Deus. Estava desesperado por mais do Senhor em minha vida. Já era um pastor reconhecido, liderava muitas coisas ao mesmo tempo e tinha vários cargos importantes: diretor disso e daquilo, editor, presidente de não sei o quê, pastor de não sei onde... Fechei para balanço insatisfeito por mais de Deus. O problema não era “a obra” de Deus, era eu. Queria o Senhor para mim e por uma semana derramei abundantes lágrimas diante dEle dizendo-lhe que não tinha nada que eu valorizasse mais do que Ele.
Numa tarde, de súbito, fui chamado para ministrar a Palavra numa conferência e o mais inusitado aconteceu. À medida que falava, uma poderosa contrição de Deus foi tomando conta da audiência, as pessoas voluntariamente iam caindo de joelhos, outros elevavam a sua voz em lágrimas abundantes. Mais e mais pessoas de fora chegavam cada vez mais e eram impactadas pela poderosa e viva presença de Deus. O conhecido evangelista Charles Finney, do século 19, chamava isso de saving impressions. Uma clara convicção de pecado e da presença de Deus. Entendi que era para aquela direção que deveria rumar em minha vida inteira e ministério.
"A intimidade do Senhor é para os que o temem,
aos quais ele dará a conhecer a sua aliança."
Salmos 25:14



1 comentários:
Obrigado por postar o texto.
Espero que edifique outros.
Ah, obrigado por colocar o nome da minha foto de mundico.jpg hueheuheuehuehe
Abraços, Gerge,
Neto
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